domingo, 14 de agosto de 2016

Qualquer coisa, qualquer hora.

Que vontade de morrer, que vontade de falar em portugues
que raiva da solidao, que inveja da beleza da poesia bilingue.
Ai como eu choro as vezes, eu choro de solidao meu amor, 
 eu nao to mais afim de reciprocar nada, ai como eu sou insensivel. 
Ai como voce nao presta atencao, ai como eu nao to nem ai. 
Darling, isso tá até parecendo uma cancao do caetano, 
Cade o caetano? cade voce e sua poesia de geladeira?
To tao cansada de mim, to tao cansada dessa paranoia delirante, 
já nao curto sol nem flores, nem mesmo cancoes de amor. 
A vida tá um tédio sabe né? Alguma coisa tá doendo, o que ainda nao sei bem. 
Qualquer coisa pra aparecer já ta demais, quem sabe uma hora eu to lá.

   

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